• Arte e Psicanálise: encontros na liberdade simbólica

    Tal como na relação terapêutica, a arte pode oferecer amparo ao que ainda não pode ser representado. Há experiências que não encontram palavras, mas encontram forma plástica, som, ritmo, cor. A arte torna-se continente do indizível. Não explica. Sustenta.

  • Quando o corpo fala (e a palavra ainda não chegou)

    Quando a palavra falha, o sintoma pode tornar-se linguagem. Não metáfora poética, mas realidade psíquica: aquilo que não encontrou forma de expressão simbólica pode surgir sob a forma de dor, doença ou disfunção. O corpo torna-se porta-voz de afetos reprimidos, de experiências não simbolizadas, de traumas sem nome.

  • Se não sabe porque é que pergunta?

    Descobrimos mais se pudermos explorar livremente, ao nosso ritmo, com tempo e espaço seguro para sentir e pensar, nas pluralidades da nossa própria linguagem e no aconchego da escuta empática e recetividade genuína do outro.

  • A psicoterapia além das consultas

    A consulta representa o encontro dos intervenientes e a concretização manifesta da relação terapêutica num determinado momento, mas muito pode acontecer de potencialmente terapêutico entre sessões.

  • Notas sobre a resiliência

    É a capacidade de resistir às adversidades, mas também pode ser a capacidade de adaptação às mudanças que se impõem, abrindo caminho para um processo de crescimento e renovação.

  • A gestação parental

    Refiro-me ao processo evolutivo que vai desde a preconceção, passando por toda a gestação, nascimento e crescimento parentais – sim, dos pais.

  • A música que nos toca: o poder terapêutico da música

    Pano de fundo para a celebração, aconchego na solidão, voz do sofrimento e alimento para a memória, transporta-nos na sua intencionalidade e sentimentos – nossos – e proporciona-nos mecanismos emocionais próprios de catarse e elaboração afetiva.