Sobre mim

Marta Ribeiro

Psicóloga Clínica e Psicoterapeuta.

Em formação de Especialidade em Psicoterapia Psicanalítica na Sociedade Portuguesa de Psicologia Clínica.

Especialista em Psicologia Clínica e da Saúde pela Ordem dos Psicólogos Portugueses.

Mestre em Psicologia Clínica pelo ISPA – Instituto Universitário.

Desde 2011 que desenvolvo a minha prática clínica com crianças, adolescentes e adultos, tendo por base uma abordagem de inspiração psicanalítica que privilegia a escuta atenta, a presença ética e a construção de sentido. Sustento o meu trabalho num compromisso contínuo com a reflexão teórica, a supervisão clínica e o aprofundamento da compreensão da vida psíquica.

Acredito que a psicoterapia não é um lugar de respostas rápidas, mas um espaço onde a experiência pode ganhar profundidade simbólica. Um espaço onde aquilo que foi vivido de forma dispersa, silenciosa ou excessiva encontra possibilidade de elaboração. Interessa-me o que insiste, o que se repete, o que permanece por dizer – e a forma singular como cada pessoa constrói o seu modo de estar no mundo.

Entre mapas urbanos e paisagens interiores, distribuo a minha prática por diferentes territórios: o Espaço Potencial, no centro de Lisboa; o Centro de Psicologia e Desenvolvimento de Almada, na margem sul do tejo; e a Clínica Psicologia Marinhais, no interior ribatejano; faço também atendimento remoto quando a distância geográfica se impõe além fronteiras. Lugares distintos, atravessados por histórias igualmente singulares.

Entendo a relação terapêutica como um continente de amparo psíquico – substrato vivo de uma intersubjectividade singular. É nesse espaço que a vulnerabilidade encontra contenção, e se desenha a possibilidade de transformar sofrimento em linguagem, repetição em elaboração e experiência em significado.

O meu trabalho constrói-se nesse intervalo – entre o que dói e o que pode ser pensado, entre o que foi herdado e o que pode ser escolhido. É aí que encontro sentido na prática clínica: na possibilidade de ampliar o espaço interno e devolver à pessoa a autoria da sua própria experiência.